terça-feira, 22 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
https://docs.google.com/file/d/0B6qnU2VxQ9_xOGJ5WVlUSUZSaFE/edit
( Link da Lei que cria o Piso Salarial Municipal do Magistério). PIso Salarial Municipal? Existe Isso?
( Link da Lei que cria o Piso Salarial Municipal do Magistério). PIso Salarial Municipal? Existe Isso?
E agora Colombo? E agora Prefeito Municipal de Paulo Lopes? Ano retrasado ( 2011) a Câmara Municipal de Vereadores de Paulo Lopes e o Prefeito assinaram uma Lei ( ILEGAL) estipulando o Piso dos Profissionais do magistério em R$ 1.187,00, enquanto que o Piso Nacional no referido ano era de R$ 1.451,00. Portanto, ano passado perdemos mensalmente em nossos vencimentos R$ 264,00 X 12 : R$ 3.187,00 ( Isto cada um dos professores do município). Como este ano ( 2013) o Piso foi para R$ 1.567,00 e o valor básico do município continua R$ 1.187,00, perdemos por mês R$ 380,00, totalizando R$ 4.560,00 por ano. E agora Prefeito? E agora Vereadores? Até quando vamos ter uma Lei ILEGAL? E agora professores, o que vamos fazer? Espero sugestões. Mais informações no blog: movimentopelopiso.blogspot.com ou mande email para movimentopelopiso@gmail.com.br . Vamos pensar juntos uma solução para esses desfalques em nossos vencimentos. Ou será que nossos profissionalismo e nossa formação não tem mais valor para a Educação do Município?
PROFESSORES E GESTORES QUEREM MUDAR ÍNDICE QUE DEFINE PISO NACIONAL
Piso aumentou 22,2% entre 2010 e 2011 e só 7,97% entre 2011 e 2012. Reajuste de 7,97% foi quase um terço do aumento obtido no ano passado
Fonte: G1
O reajuste de 7,97% no piso salarial nacional dos professores da educação básica anunciado pelo Ministério da Educação nesta quinta-feira (10) já era esperado pelos especialistas e entidades, sindicatos e confederação de professores e gestores da educação no país. Segundo eles, a expectativa era a de que o governo seguiria ao pé da letra a lei que define o piso e, portanto, o reajuste seria bem menor do que o estimado no início do ano. Mesmo assim, muitos criticaram o indicador vinculado ao cálculo do reajuste anual, que atualmente leva em conta apenas a variação do valor anual por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Com o aumento, o piso salarial para os professores passa de R$ 1.451 para R$ 1.567 a partir de janeiro de 2013. No ano passado, o reajuste do piso salarial dos professores de educação básica e que cumprem 40 horas semanais foi de 22,22%. Portanto, o reajuste deste ano representa quase um terço do aumento ocorrido em 2012.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) divulgou nota em seu site oficial afirmando que, pelos cálculos da entidade, "o piso não deveria ficar abaixo de R$ 1.817,35, valor este que compreende a diferença efetiva entre o per capita do Fundeb de 2008 a 2013".
A confederação, defendeu, no comunicado, que a União cubra "eventuais rebaixamentos do valor mínimo do Fundeb ao longo dos anos – pois a educação não deve sofrer retração de investimentos e cabe aos órgãos públicos federais zelar pela estimativa do Fundeb e seu cumprimento integral".
Já Cleuza Rodrigues Repulho, presidente da União dos Dirigentes Municipais da Educação (Undime), classificou o aumento como "bom".
Ela afirmou ao G1 que "algumas pessoas estavam esperando um desastre maior", mas que, apesar de o ganho real do aumento ter ficado acima da inflação, o reajuste, "por outro lado, mostra que faltou recursos para a educação", disse ela.
Para Cleuza, que também ocupa o cargo de secretária municipal de Educação de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, apesar de o piso ainda estar abaixo do desejado, muitas prefeituras terão dificuldades de cumpri-lo. "Em mais de 80% das prefeituras, a principal fonte de recursos da educação são os repasses do Fundeb."
Política econômica e direitos sociais
Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, explica que o reajuste menor neste ano, em comparação com o ano anterior, se deve à queda na arrecadação de impostos pelo governo federal. Isso aconteceu, segundo ele, porque o governo, na tentativa de estimular o crescimento econômico, decidiu reduzir impostos como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
"O governo tem feito a desoneração, mas ela não tem gerado crescimento econômico na medida do que é necessário, e ainda diminui o patamar de investimento em direitos sociais", disse Cara.
Segundo ele, "quem perde com a menor arrecadação de impostos é a população de baixa renda que precisa de serviços públicos como a educação e a saúde", já que o Tesouro não reduz a defasagem de recursos destinados às áreas sociais. "Está prejudicando quem é sempre prejudicado. Esse é o ponto que a gente tem que frisar e se preocupar."
Para a CNTE, o governo não está agindo "com prodência" ao prever que, no ano que vem, o reajuste será de 20,16%, segundo portaria divulgada no fim de dezembro. "Em 2012, mesmo ciente dos efeitos da crise mundial, a STN/Fazenda [Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda] estimou o crescimento do Fundeb em 21,24%, porém no dia 31 de dezembro, através de simples portaria, o órgão rebaixou a estimativa para 7,97%. E tudo indica que em 2013 o mesmo acontecerá", disse a entidade, em nota.
Valorização do professor
Cleuza, da Undime, afirma que, embora o reajuste tenha sido maior que a inflação, o salário-base do professor de educação do ensino básico com carga horária de 40 horas semanais ainda é muito baixo.
De acordo com ela, se o piso girasse em torno de R$ 2.500 mensais, não seria tão difícil contratar novos profissionais. Cleuza diz que o salário tem peso significativo para os jovens fugirem da carreira docente. "Mesmo nos grandes centros temos problema para conseguir professores, imagina em regiões mais afastadas como na região Norte do país. Temos de aliar o reajuste real, o ganho real ao plano de carreira para atrair os jovens. O professor tem de ganhar bem não só no fim da carreira, perto da aposentadoria, mas também no início. Temos melhorado, porém não avançamos como deveríamos."
Mudança do índice
A vinculação do reajuste automático anual do piso de professores à variação do valor por aluno do Fundeb sofre críticas de todas as entidades por sua instabilidade. De acordo com Eduardo Deschamps, secretário de Educação de Santa Catarina e um dos vice-presidentes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), além de depender da arrecadação de impostos, que é variável, principalmente em tempos de crise, o reajuste é calculado com base nos resultados até dezembro do ano anterior, e o reajuste é aplicado a partir de 1º de janeiro. Porém, em abril, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) divulga o balanço consolidado do Fundeb do ano anterior.
Em 2011, o balanço final incluiu um ajuste de R$ 2,7 bilhões e elevou o valor por aluno de R$ 1.729,28 (valor usado no cálculo do piso) para R$ 1.846,56.
"Tem uma variação muito brusca de ano para ano, o reajuste foi de 22% no ano passado e quase 8% nesse ano. É um índice não muito estável, gera problemas na aplicação da lei", afirmou Deschamps.
O vice-presidente do Consed ainda criticou o fato de o índice usar duas variáveis do Fundeb: o valor da arrecadação e o valor anual por aluno. Como a cada ano o Censo Escolar se torna mais preciso e elimina matrículas duplicadas, o valor por aluno tende a aumentar também pela divisão do valor global pelo número de matrículas, que é cada ano menor. Pelos cálculos do Consed, o valor global do Fundeb cresceu menos de 7%, mas, com a divisão, o valor por aluno aumentou quase 8%, e foi essa a porcentagem considerada no reajuste de 2013.
Porém, as entidades ainda não entraram em consenso sobre uma alternativa ao regime atual de reajustes do piso. A proposta defendida pela CNTE calcularia a variação a partir de dois índices: o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) somado a 50% da variação global do Fundeb nos dois anos anteriores, considerando o valor consolidado de abril de cada ano vigente. Por esses cálculos, defendidos em um projeto de lei atualmente em tramitação no Congresso, o reajuste de 2013 seria de 9,05%.
Essa proposta, porém, não encontra respaldo no Consed --os secretários de Educação afirmam que esse indicador levaria em conta duas vezes a inflação (no INPC e na variação do Fundeb). Uma contraproposta descontando a inflação da variação do Fundeb também não tem unanimidade, pois alguns secretários dizem, segundo Deschamps, que "qualquer reajuste automático só poderia levar em consideração indicadores de inflação, não de ganho real"O ministro Aloizio Mercadante afirmou, na quinta-feira, que o MEC pretende aproveitar o ano de 2013 para tentar chegar a um consenso entre todas as partes interessadas para que um novo índice seja definido e aplicado já em 2014.
Piso aumentou 22,2% entre 2010 e 2011 e só 7,97% entre 2011 e 2012. Reajuste de 7,97% foi quase um terço do aumento obtido no ano passado
Fonte: G1
O reajuste de 7,97% no piso salarial nacional dos professores da educação básica anunciado pelo Ministério da Educação nesta quinta-feira (10) já era esperado pelos especialistas e entidades, sindicatos e confederação de professores e gestores da educação no país. Segundo eles, a expectativa era a de que o governo seguiria ao pé da letra a lei que define o piso e, portanto, o reajuste seria bem menor do que o estimado no início do ano. Mesmo assim, muitos criticaram o indicador vinculado ao cálculo do reajuste anual, que atualmente leva em conta apenas a variação do valor anual por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Com o aumento, o piso salarial para os professores passa de R$ 1.451 para R$ 1.567 a partir de janeiro de 2013. No ano passado, o reajuste do piso salarial dos professores de educação básica e que cumprem 40 horas semanais foi de 22,22%. Portanto, o reajuste deste ano representa quase um terço do aumento ocorrido em 2012.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) divulgou nota em seu site oficial afirmando que, pelos cálculos da entidade, "o piso não deveria ficar abaixo de R$ 1.817,35, valor este que compreende a diferença efetiva entre o per capita do Fundeb de 2008 a 2013".
A confederação, defendeu, no comunicado, que a União cubra "eventuais rebaixamentos do valor mínimo do Fundeb ao longo dos anos – pois a educação não deve sofrer retração de investimentos e cabe aos órgãos públicos federais zelar pela estimativa do Fundeb e seu cumprimento integral".
Já Cleuza Rodrigues Repulho, presidente da União dos Dirigentes Municipais da Educação (Undime), classificou o aumento como "bom".
Ela afirmou ao G1 que "algumas pessoas estavam esperando um desastre maior", mas que, apesar de o ganho real do aumento ter ficado acima da inflação, o reajuste, "por outro lado, mostra que faltou recursos para a educação", disse ela.
Para Cleuza, que também ocupa o cargo de secretária municipal de Educação de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, apesar de o piso ainda estar abaixo do desejado, muitas prefeituras terão dificuldades de cumpri-lo. "Em mais de 80% das prefeituras, a principal fonte de recursos da educação são os repasses do Fundeb."
Política econômica e direitos sociais
Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, explica que o reajuste menor neste ano, em comparação com o ano anterior, se deve à queda na arrecadação de impostos pelo governo federal. Isso aconteceu, segundo ele, porque o governo, na tentativa de estimular o crescimento econômico, decidiu reduzir impostos como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
"O governo tem feito a desoneração, mas ela não tem gerado crescimento econômico na medida do que é necessário, e ainda diminui o patamar de investimento em direitos sociais", disse Cara.
Segundo ele, "quem perde com a menor arrecadação de impostos é a população de baixa renda que precisa de serviços públicos como a educação e a saúde", já que o Tesouro não reduz a defasagem de recursos destinados às áreas sociais. "Está prejudicando quem é sempre prejudicado. Esse é o ponto que a gente tem que frisar e se preocupar."
Para a CNTE, o governo não está agindo "com prodência" ao prever que, no ano que vem, o reajuste será de 20,16%, segundo portaria divulgada no fim de dezembro. "Em 2012, mesmo ciente dos efeitos da crise mundial, a STN/Fazenda [Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda] estimou o crescimento do Fundeb em 21,24%, porém no dia 31 de dezembro, através de simples portaria, o órgão rebaixou a estimativa para 7,97%. E tudo indica que em 2013 o mesmo acontecerá", disse a entidade, em nota.
Valorização do professor
Cleuza, da Undime, afirma que, embora o reajuste tenha sido maior que a inflação, o salário-base do professor de educação do ensino básico com carga horária de 40 horas semanais ainda é muito baixo.
De acordo com ela, se o piso girasse em torno de R$ 2.500 mensais, não seria tão difícil contratar novos profissionais. Cleuza diz que o salário tem peso significativo para os jovens fugirem da carreira docente. "Mesmo nos grandes centros temos problema para conseguir professores, imagina em regiões mais afastadas como na região Norte do país. Temos de aliar o reajuste real, o ganho real ao plano de carreira para atrair os jovens. O professor tem de ganhar bem não só no fim da carreira, perto da aposentadoria, mas também no início. Temos melhorado, porém não avançamos como deveríamos."
Mudança do índice
A vinculação do reajuste automático anual do piso de professores à variação do valor por aluno do Fundeb sofre críticas de todas as entidades por sua instabilidade. De acordo com Eduardo Deschamps, secretário de Educação de Santa Catarina e um dos vice-presidentes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), além de depender da arrecadação de impostos, que é variável, principalmente em tempos de crise, o reajuste é calculado com base nos resultados até dezembro do ano anterior, e o reajuste é aplicado a partir de 1º de janeiro. Porém, em abril, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) divulga o balanço consolidado do Fundeb do ano anterior.
Em 2011, o balanço final incluiu um ajuste de R$ 2,7 bilhões e elevou o valor por aluno de R$ 1.729,28 (valor usado no cálculo do piso) para R$ 1.846,56.
"Tem uma variação muito brusca de ano para ano, o reajuste foi de 22% no ano passado e quase 8% nesse ano. É um índice não muito estável, gera problemas na aplicação da lei", afirmou Deschamps.
O vice-presidente do Consed ainda criticou o fato de o índice usar duas variáveis do Fundeb: o valor da arrecadação e o valor anual por aluno. Como a cada ano o Censo Escolar se torna mais preciso e elimina matrículas duplicadas, o valor por aluno tende a aumentar também pela divisão do valor global pelo número de matrículas, que é cada ano menor. Pelos cálculos do Consed, o valor global do Fundeb cresceu menos de 7%, mas, com a divisão, o valor por aluno aumentou quase 8%, e foi essa a porcentagem considerada no reajuste de 2013.
Porém, as entidades ainda não entraram em consenso sobre uma alternativa ao regime atual de reajustes do piso. A proposta defendida pela CNTE calcularia a variação a partir de dois índices: o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) somado a 50% da variação global do Fundeb nos dois anos anteriores, considerando o valor consolidado de abril de cada ano vigente. Por esses cálculos, defendidos em um projeto de lei atualmente em tramitação no Congresso, o reajuste de 2013 seria de 9,05%.
Essa proposta, porém, não encontra respaldo no Consed --os secretários de Educação afirmam que esse indicador levaria em conta duas vezes a inflação (no INPC e na variação do Fundeb). Uma contraproposta descontando a inflação da variação do Fundeb também não tem unanimidade, pois alguns secretários dizem, segundo Deschamps, que "qualquer reajuste automático só poderia levar em consideração indicadores de inflação, não de ganho real"O ministro Aloizio Mercadante afirmou, na quinta-feira, que o MEC pretende aproveitar o ano de 2013 para tentar chegar a um consenso entre todas as partes interessadas para que um novo índice seja definido e aplicado já em 2014.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Reunião do Secretário Valdelir Sartor com a Comissão do Movimento pelo Piso
ATENÇÃO PROFESSORAS (ES) DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PAULO LOPES:
No dia 06 de março de 2012 e 07 de março de 2012 , respectivamente, a Comissão do Movimento pelo Piso protocolou junto ao Gabinete do prefeito e na Secretaria Municipal de Educação duas solicitações pedindo ao prefeito e ao secretário a retomada das discussões a respeito do Novo Piso do Magistério proposto pelo MEC, ou seja, R$ 1.451,00.
Naquela semana, o prefeito e o Secretário não puderam nos receber, mas a Comissão do Movimento pelo Piso foi chamada no dia 19 de março de 2012 ( segunda - Feira) para discutir a aplicação do novo Piso na Rede Municipal de Ensino.
Estavam presentes na Reunião representando a Secretaria:
- Secretário Valdelir Sartor
- Luceni ( da finaças)
- Luciana ( do setor pessoal)
- Drª Francine ( Advogada )
da Comissão
- Prof. Odair
- Prof Joyce
- Prof. Elizete
- Prof. Vanessa
- Prof. Janaina
O Secretário Valdelir Sartor depois de nos explicar porque não nos recebeu na semana anterior, disse que nos apresentaria nesta data a Nova Tabela de Vencimentos do Magistério da Rede Municipal ( segue em anexo) de acordo com o Piso.
Após análise da Comissão e da equipe de finanças houve o consenso de que no momento a Tabela apresentada pela Secretaria é viável. Cabe ressaltar que a Comissão do Movimento pelo Piso entende que a Tabela apresentada não é a IDEAL, mas é a POSSÍVEL, até porque a tabela não parte do novo Piso de R$ 1.451,00 mas do Piso anterior ( 2011), ou seja, R$ 1.181,00.
O Secretário informou que se fosse possível enviaria o Projeto de Lei à Câmara Municipal de Vereadores até dia 19.03. Mas isto não foi feito.
Esperamos que o projeto siga para apreciação na Câmara nesta semana ( 20 -23 de março) e que seja votada no dia 26 de março de 2012 ( segunda - feira), pois todo o projeto no município que mexa com orçamento só pode ser votado até dia 10 de abril de 2012. Lembrando que o pagamento de acordo com a nova tabela só acontecerá final de abril.
Estamos aguardando!!
Estamos de olho!!
Para explicar melhor todo esse processo a Comissão do Movimento pelo Piso, está convidando todos os professores ( em especial os efetivos) para uma Reunião na ASSIPA ou numa das sala do Colégio Frederico Santos ( ambos a serem confirmados) no dia 26 de março de 2012 ( segunda - feira) das 18:00 as 19:00 horas para melhor discutimos esta tabela salarial.
Após reunião seuiremos para a Câmara para acompanhar a votação
Atenciosamente
Comissão do Movimento pelo Piso
Segue as duas tabelas para você comparar a Antiga e a Atual.
(Clique em cima da TABELA para visualizar melhor)
segunda-feira, 12 de março de 2012
PARALISAÇÃO NO DIA 15.03.2012
Atenção! Os Professores da Escola Básica Dr. Ivo Silveira convida todos a paralisarem suas atividades no dia 15 de março de 2012 em apoio aos educadores de todo o Brasil que estarão atendendo o chamado da CNTE ( Confederação Nacional do Trabalhadores em Educação) e parando suas atividades neste dia.
Os professores da Escola Básica Dr. Ivo Silveira enviaram um solicitação ( conforme anexo) de reunião com o Sr. Prefeito Evandro João dos Santos e Sr. Valdelir Sartor para discutirem sobre a aplicação do novo piso nos vencimentos e na carreira dos professores , mas no entanto não foram atendidos em sua solicitação.
Vamos lutar pelo que é nosso, vamos lutar pelo Piso na Carreira.
Acesse aqui a solicitação feita ao Prefeito e ao Secretário de Educação ( Veja que está Protocolada)
Acesse a solicitação entregue na Prefeitura
( Veja que está Protocolada)
Acesse aqui a solicitação feita ao Prefeito e ao Secretário de Educação ( Veja que está Protocolada)
Acesse a solicitação entregue na Prefeitura
( Veja que está Protocolada)
Clique em cima da imagem com o lado esquerdo do mouse e va em salvar como e voce poderá baixar uma cópia para seu computador e ler ela em tamahno maior.
sábado, 15 de outubro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
É SÓ TROCAR AS PALAVRAS
OI PESSOAL NA MÚSICA ABAIXO É SÓ TROCAR A PALAVRA "GOVERNADOR " POR "PREFEITO" QUE FICA TUDO LEGAL. ALIÁS, AS DIFERENÇAS SÃO POUQUISSIMAS NÉ, SE É QUE TEM.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
DELIBERAÇÕES DE 16 DE AGOSTO
BOLETIM INFORMATIVO nº 7 - Paulo Lopes, 16 de Agosto de 2011
As professoras da Rede Municipal de Ensino de Paulo Lopes, atendendo ao chamado da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) e reunidas no dia 16 de agosto de 2011 na Escola Básica Dr. Ivo Silveira, DELIBERARAM:
1. 1. Entregar uma Carta Repúdio ao Prefeito Municipal, Evandro João dos Santos pela atitude desrespeitosa com que tratou a Comissão do Movimento pelo Piso no dia 11 de agosto de 2011 e por não oferecer nenhuma resposta com relação ao Piso no Plano de Carreira, Cargos e Salários dos professores efetivos da Rede Municipal de Ensino;
2. 2. Não participar das atividades do dia 07 de setembro de 2011, bem como outras que venham a ocorrer, pois uma categoria que é desvalorizada, desprezada e ignorada pela Secretaria Municipal de Educação não tem o que comemorar e muito menos celebrar uma data, seguindo as orientações da Secretaria como se estivesse tudo bem;
_ Aliás, mostrar o que no dia 07 de setembro para a comunidade? A nossa indignação, vergonha e desprezo com que somos tratados? Que independência é essa, quando os cidadãos não são atendidos como tais, nem sequer em dia e horários específicos destinados ao atendimento dos cidadãos.
3. 3. Camisetas com frases de efeito para todos os professores.
Essas e outras AÇÕES foram deliberadas e aprovadas por todas as 23 professoras presentes, representando todas as escolas do Município.
Maiores informações com a Comissão do Movimento pelo Piso.
Atenciosamente
COMISSÃO DO MOVIMENTO PELO PISO
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
PROFESSORES, LEIAM AS INFORMAÇÕES IMPORTANTES ABAIXO
Oi Professores leiam abaixo:
- O boletim Informativo da Reunião com o Secretário Municipal de Educação dia 11 de agosto de 2011
- O Chamado da CNTE para paralisação dia 16 de agosto
- Os dados da arrecadação do FUNDEB ( de janeiro a junho de 2011).
Atenciosamente
Comissão do Movimento pelo Piso
Chamada a Paralisação Nacional
Leia abaixo o chamado da CNTE para a paralisação Nacional no dia 16 de agosto de 2011. Clique no link para acessar.
https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B3w2nH-9t5rSMTM3ZmNjNTMtN2ZkNS00NWQ2LWE4N2EtOWE3NzI0NzVmNGE3&hl=pt_BR
Veja aqui a arrecadação do FUNDEB de Janeiro até Junho de 2011 na Rede Municipal de Ensino de Paulo Lopes. Clique e acesse o link abaixo, abra o arquivo em PDF e á até a página 77.
https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B3w2nH-9t5rSNjM1MDliOTEtZDFlNS00YmYwLTg2NDItODU0M2NkYzZjZDUx&hl=pt_BR
Reunião com o Secretário Municipal de Educação 11.08.2011
BOLETIM INFORMATIVO nº 6 - Paulo Lopes, 11 de Agosto de 2011
A Comissão do Movimento pelo Piso, numa “atitude desesperada” de oferecer uma resposta à categoria, tentou agendar uma reunião emergencial com o prefeito Sr. Evandro João dos Santos, no dia 11 de agosto de 2011 (quinta-feira), às 8 horas na prefeitura.
No entanto, para não “quebrar a hierarquia”, a Comissão passou na Secretaria Municipal de Educação para convidar o Secretário Municipal de Educação à acompanhá-lo até a prefeitura. Em momento, a Comissão foi informada que o Secretário se encontrava na Prefeitura. O Secretário ao ser convidado para participar do diálogo juntamente com o prefeito rejeitou o pedido da Comissão e se retirou para a Secretaria de Educação.
Alguns minutos depois, a atendente nos informou que o Prefeito não iria nos receber apesar de ele estar no gabinete e na porta do gabinete esta escrito: “Atendimento ao público – todas as terças e quintas – feiras das 8 às 12: horas”.
Configurou - se assim um claro desrespeito à Comissão do Movimento pelo Piso e em especial aos cidadãos de Paulo Lopes, representados nessa Comissão.
Saindo da Prefeitura, a Comissão se dirigiu até a Secretaria Municipal de Educação, onde foi recebida pelo Secretário Valdelir Sartor que nos informou o seguinte:
- o setor financeiro da prefeitura está primeiramente regularizando os erros (que são muitos) nas folhas de pagamento dos professores da Rede Municipal;
- a prefeitura já tem uma proposta pronta, que pode não ser o esperado pela categoria, mas que é o razoável;
- falou ainda que diante das regularizações que precisam ser feitas, necessita de mais um tempo para apresentar essa Proposta.
Diante dessa fala, a Comissão indagou se não era possível apresentar a proposta já visto que a categoria está ansiosa para receber uma posição da Secretaria, o que foi negado tal apresentação da proposta de imediato.
Diante disso, a Comissão questiona:
- Será que a Secretaria ainda não teve tempo para regularizar os pagamentos errados “e absurdos” desde 11 de maio de 2011, portanto, 03 meses?
- Se a Proposta está pronta o que está impedindo de apresentar à Comissão e a categoria? Será que tá tão ruim assim?
- O Secretário falou no Curso de Capacitação no dia 1º de agosto no Ribeirão que a Proposta estaria pronta até o final de semana. Todos ouviram isso. Afinal, hein Secretário, tão difícil assim de “honrar” sua palavra?
- Já foram mais de 07 reuniões com a Secretária de Educação e nada. Afinal, vão nos “enrolar” mais até quando?
Enfim, os Profissionais de Carreira do Magistério do município merecem mais respeito por parte da Secretaria de Educação. Estamos nos sentindo desmotivados, desvalorizados e decepcionados com essas atitudes do Prefeito Municipal e do próprio Secretário de Educação.
Diante de tantas perguntas sem respostas. A Comissão do Movimento pelo Piso convida a todos os professores da Rede Municipal de Ensino, em especial, os efetivos, a atenderem o chamado da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) e paralisarem suas atividades nos dois períodos no dia 16 de agosto de 2011 (terça- feira) e virem discutir uma alternativa ao Piso no nosso Plano de Carreira. Venha discutir como vamos exigir mais respeito na Rede Municipal de Ensino. Mostre sua indignação. O que vamos fazer mais? Venha conversar com a Comissão e pensar num processo coletivo de implementação do PISO em nosso Plano de Carreira, Cargos e salários. É inadmissível que um professor de 13 anos de dedicação a Educação na rede, com graduação e especialização, participação nos cursos de capacitação oferecidos, tenha um vencimento de somente 150 ou 200 reais acima de quem tá entrado agora e com formação inicial. Isso é absurdo e ridículo. Uma Secretaria de Educação e um município que se preza, deve antes de tudo, valorizar os seus funcionários de Carreira com boa remuneração.
VAMOS LUTAR POR NOSSOS DIREITOS!
DATA: 16.08.2011 (terça-feira)
LOCAL: Escola Básica Dr. Ivo Silveira
HORAS: 8 Horas da manhã.
COMISSÃO DO MOVIMENTO PELO PSIO
Estavam presentes na reunião: O secretário de Educação e os membros da Comissão: Odair, Jade, Vanessa, Elizete, Janaina, Joyce.
Observação: Saiu a arrecadação do FUNDEB no município do mês de Janeiro até Junho de 2011. Acesse o link abaixo para conferir. Vá até a página 77 e confira.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
NÃO FOMOS CHAMADO
O Secretário Municipal de Educação não chamou a Comissão do Movimento pelo Piso nesta sexta - feira (05.08.2011) para apresentar uma proposta para os professores efetvos da Rede Municipal de Ensino conforme ele havia prometido na Capacitação do dia 01.08.2011 no Ribeirão. A Comissão aguarda o chamado ansiosamente.
E a categoria aguarde, aguarde e aguarde....
terça-feira, 5 de julho de 2011
ENCONTRO DA COMISSÃO COM O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO 04.07.2011
Reunião da Comissão no dia 04 de julho de 2011 com o Secretário Municipal de Educação
“INFELIZMENTE E LAMENTAVELMENTE MAIS UMA VEZ NÃO HOUVE NENHUM TIPO DE AVANÇO NAS NEGOCIAÇÕES ENTRE A COMISSÃO DO MOVIMENTO PELO PISO E A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO”.
“Depois de mais uma resposta do Secretário Municipal de Educação, do tipo: “ainda não tivemos tempo hábil para apresentar uma proposta viável” a única resposta que restou a Comissão para dar aos professores no dia 04 de julho de 2011, mais uma vez foi: “Não existe nenhum tipo de avanço nas negociações entre Secretaria de Educação e Comissão do Movimento pelo Piso”. Porém, esclarecemos alguns pontos:
1)Depois de algumas horas de conversa a Comissão sugeriu que fosse implementado e pago já no final de julho o Piso Salarial Nacional aos professores da rede que ainda não recebem, até porque caso o professor não receba pode entrar com ação judicial no Ministério Público a o pagamento acontecerá de imediato. O Secretário de Educação atendeu ao pedido, entrou em contato com o prefeito e o mesmo se comprometeu a fazer o pagamento do Piso na folha de julho.
2) O pagamento imediato do Piso como vencimento inicial de carreira no final de julho, ou seja, R$ 1.187,97 (Um mil cento e oitenta e sete reais e noventa e sete centavos) para um professor de 40horas/aula + regência + vale alimentação ou R$ 593,98 (quinhentos e noventa e três reais e noventa e oito centavos) para um professor de 20 horas/aula + regência + vale alimentação.
OBSERVAÇÃO: “Estes valores praticamente atingirão somente os ACT’s (Admitidos em Caráter Temporário) que ainda não recebiam o Piso como Vencimento Inicial de Carreira de acordo com a Lei 11.738/2008 e que, portanto já em julho receberão os valores acima citados”
3) Os professores efetivos na Rede Municipal de Ensino não terão nenhuma alteração em seus vencimentos, no entanto, o Secretário Municipal de Educação se comprometeu, mais uma vez, em estudar uma proposta até o dia 15 de julho e apresentar para o quadro estável ( efetivo) da Rede Municipal de Ensino.
Propostas retiradas em Reunião com os professores na ASSIPA no dia 04 de julho:
1. Lutar pela valorização dos Profissionais da Educação do município com proposta de aplicação do Piso no Plano de Carreira, Cargos e Salários de modo satisfatório e que venha a atender aos anseios e expectativas dos docentes da Rede Municipal de Ensino.
2. Visitar a Câmara Municipal de Vereadores no dia 11 de julho de 2011 para acompanhar a votação que prevê o pagamento do Piso, já na folha de julho, como vencimento inicial de carreira
Atenciosamente
Comissão do Movimento pelo Piso.
Paulo Lopes, 04 de julho de 2011.
domingo, 3 de julho de 2011
ENCONTRO DA COMISSÃO COM O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO
ATENÇÃO!
DIA 04.07.2011 ( SEGUNDA - FEIRA) A COMISSÃO DO MOVIMENTO PELO PISO SE REUNIRÁ COM A SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PARA RECEBER A PROPOSTA DE PAGAMENTO DO PISO SALARIAL NACIONAL NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO. A REUNIÃOACONTECERÁ AS 8 HORAS DA MANHÃ.
A NOITE, AS 18 HORAS A COMISSÃO AGUARDA OS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO NA ASSIPA PARA PASSAR OS INFORMES DA REUNIÃO E A PROPOSTA APRESENTADA PELA PREFEITURA MUNICIPAL.
AGUARDAMOS VOCÊS!
Atenciosamente
Comissão do Movimento pelo Piso
Assinar:
Postagens (Atom)






